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Quem são os Xiitas

 

Os xiitas são os muçulmanos que seguem (após o Profeta Muhammad) Ali ibn Abi Talib, Príncipe dos Crentes, e sua pura progênie, que a paz esteja com eles.

 

A palavra “shi’a” é derivada de uma palavra árabe que significa “seguir”. A palavra shi’a é mencionada no Alcorão Sagrado em referência aos seguidores de Noé (as) como Deus diz: “E, decerto, dentre os seus seguidores (shi’a) estava Abraão”.

 

O Profeta (s) aplicou o nome shi’a aos seguidores do Imam Ali (as) e os batizou com esse nome e isso é relatado tanto por historiadores e tradicionalistas das escolas xiitas e sunitas em seus livros que o Profeta (s).

 

Eles constituem mais de 500 milhões de pessoas e estão espalhados por todo o mundo islâmico além de formarem minorias na maioria dos outros países do mundo. Seu número vem crescendo dia a dia, especialmente depois da cristalização dos pensamentos islâmicos e da abertura da porta do diálogo e rejeição de partidarismo cego.

 

Eles são encontrados hoje na maioria senão em todos os países do mundo. Contudo, os principais centros populacionais xiitas são: Iraque, Irã, Estados do Golfo, Paquistão, Índia, Afeganistão, Líbano e Indonésia.

 

Os xiitas crêem que liberdade é uma das principais aspirações do Islam, pois Deus enviou seu nobre Profeta Muhammad (s):

 

“Extrair os pesados fardos e os grilhões que havia sobre eles”. O muçulmano, portanto, tem total liberdade para expressar a sua opinião, escrita ou falada, assim como possui total liberdade em seus contratos sociais, para viajar, para casar e para comerciar.

 

Portanto através do Observatório Xiita de Direitos Humanos, criado em dezembro de 2016, nós muçulmanos xiitas acompanhamos a garantia desse direito universal aqui no Brasil. Essa ampla escala de liberdade que o Islam fornece ao seu povo prepara o ambiente prático e psicológico para o sucesso nos seus esforços, de modo que a sociedade islâmica cresça e se desenvolva.

 

 

 

 

Anti-xiismo

 

O termo "Anti-xiismo" significa preconceito contra ou ódio dos muçulmanos xiitas.

 

O termo foi introduzido pela primeira vez pela Observatório Xiita de Direitos (Shia Rights Watch – Washington – USA)  em 2011. O ato de anti-xiismo, no entanto, tem uma longa história.

 

Os xiitas têm uma longa história de enfrentar a injustiça. Desde a morte do Profeta do Islam, o Profeta Muhammad (a paz esteja com ele), os xiitas enfrentaram discriminação porque criticaram os califas por atos injustos e violentos. Os xiitas defendiam a não-violência e a igualdade de direitos humanos para todos; Os califas, por outro lado, negligenciaram os direitos humanos básicos das pessoas.

 

O crescimento dessas diferenças ideológicas levou à formação de grupos extremistas anti-xiitas, como as seitas Wahabbi e Salafi. Muitos xiitas perderam sua liberdade, dignidade e vidas ao longo da história nas mãos de tais grupos. Onze dos doze Imames xiitas e seus companheiros foram assassinados por grupos anti-xiitas ou ditadores. Pode-se concluir que o anti-xiismo tem sido uma ameaça aos xiitas desde a morte do profeta Maomé.

 

Nos últimos anos, com o apoio financeiro da Arábia Saudita, o anti-xiismo aumentou dramaticamente em todo o mundo e inclui: a demolição dos Santuários xiitas na Arábia Saudita.

 

 

 

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