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Das profundezas da escravidão para elevados minaretes - BILAL IBN RABAH

November 20, 2017

 

 

BILAL IBN RABAH 

✅Das profundezas da escravidão para elevados minaretes.

A aceitação do Islam por Bilal Ibn Rabah é uma história poderosa, envolvendo escravidão, conversão, tortura e resgate. Toca aspectos do racismo, é uma lição sobre pluralismo e nos ensina que a piedade é a única maneira de medir o valor de uma pessoa. A história de Bilal é também a história do adhan, ou chamada para a oração, porque Bilal também foi o primeiro muezzin do Islam [Aquele que chama os crentes para a oração.].


Em todo o mundo, um dos símbolos mais comoventes do Islam é a chamada melodiosa para a oração. Seu som sublime ecoa através de cidades e prados, praias, em campos férteis e em vales estéreis. Uma vez ouvido, o som do adhan nunca é esquecido e muitas pessoas entraram na religião do Islam simplesmente ao ouvir esse som cheio de alma. O adhan, que significa anúncio, é mencionado apenas uma vez no Alcorão, mas desempenha uma parte fundamental na vida de um muçulmano. 


Aqueles que nascem no Islam geralmente é o primeiro som que ouvem. Imediatamente após o nascimento, o pai ou qualquer outro muçulmano importante na vida da criança, segura o recém-nascido e sussurra as palavras do adhan em seu ouvido direito. A hora da oração é anunciada cinco vezes ao dia, de altos minaretes ou relógios e computadores. Quando um muçulmano ouve o adhan, começa a preparação para a oração. Bilal, por causa de sua bela voz, teve a honra de ser o primeiro homem no mundo a chamar o adhan e chamar os adoradores para a oração.


“Ó crentes, quando fordes convocados, para a Oração da Sexta-feira, recorrei à recordação de Deus e abandonai os vossos negócios; isso será preferível, se quereis saber. ” (Alcorão 62:9)


No ano 622 o profeta Muhammad, Bilal e a maior parte da comunidade muçulmana em fuga migrou para Medina. Foi lá que o profeta Muhammad, que Deus o exalte, começou o trabalho de estabelecer a nação muçulmana. Bilal estava a seu lado sempre que possível e como disse um comentador: “Todo evento na vida de Muhammad era um evento na vida de Bilal”. Diz-se que Bilal era tão próximo ao profeta Muhammad que tinha o dever de acordá-lo pela manhã. 

Na década após a migração, Bilal acompanhou o profeta Muhammad em todas as suas expedições militares e teve a honra de carregar a lança do profeta Muhammad. Lutou na batalha de Badr e como consequência matou seu antigo dono, Umaya ibn Khalaf. Bilal também estava presente na batalha de Uhud e na batalha de Trench. 


A vida de Bilal após sua conversão ao Islam teve muitos momentos de grande alegria. Entretanto, sua maior honra deve ter sido em 630 EC, em uma ocasião considerada como um dos momentos mais consagrados na história islâmica. Depois que os exércitos muçulmanos tinham conquistado Meca, Bilal ascendeu ao topo da Caaba, a casa de Deus, para chamar os crentes para a oração. Essa foi a primeira vez que o chamado para a oração foi ouvido dentro da cidade mais sagrada do Islã.


Depois da morte do profeta Muhammad, Bilal nunca mais se sentiu o mesmo. Um dia após a morte do profeta, Bilal foi fazer o adhan usual para a oração da manhã. Enquanto fazia o adhan se abateu e lágrimas começaram a rolar por seu rosto. Conseguiu terminar o resto do adhan em voz baixa. Depois disso, Bilal parou de chamar o adhan em Medina.
As memórias de Medina eram muito difíceis e ele partiu. Posteriormente, ao visitar Medina a pedido dos netos do profeta Muhammad, concordou em fazer o adhan. Memórias antigas que estavam em seu coração foram reavivadas e aqueles que tinham experimentado os dias dourados como profeta Muhammad não conseguiram segurar suas lágrimas. 


Acredita-se que Bilal morreu na Síria entre 638 e 642 EC. 
 

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