O Holocausto Palestino 

"27 de Janeiro de 1945 foi quando os soldados russos de Stalin entraram em #Auschwitz liberando mais de 7000 pessoas. Homens, mulheres e crianças, aprisionados em um campo de extermínio nazista que viram e viveram todo tipo de horror.

27 de Janeiro de 2020, 75 anos depois o mundo observa a mesma desumanização mas, dessa vez, muito mais eficiente, porque, simplesmente, os algozes estão bem protegidos e seus crimes são considerados "defesa". As vítimas atuais recebem título de "terroristas" quando reagem (já que um único exército que possuem é o próprio corpo) e seus gritos de socorro são chamados de "palliwood" uma alusão a cidade cinematográfica americana porque tudo seria uma invenção de acordo com os opressores. 75 anos depois, textos #bíblicos são usados para justificar o novo "#nazismo". Chega ser irônico, marcham para ele usando a bandeira do país opressor sem saber que Jesus nem é mesmo considerado quando não chamado de "filho de put*" naquele lugar. 75 anos depois, "discretamente", um imenso campo de concentração com 2 milhões de pessoas que não podem exercer o menor direito que você que está lendo esse texto pode exercer com normalidade, tenta sobreviver. Um campo de concentração chamado Faixa de Gaza. E se seus habitantes resolvem reagir tal qual os #judeus de Varsóvia na Polônia fizeram, isso é considerado com um ato terrorista. 75 anos depois, os descendentes do horror nazista, invadem casas, humilham um pai de família diante de seus filhos, levam crianças presas sem importarem a idade para serem julgadas em tribunais militares, ajudam colonos ilegais a matarem e roubarem, envenenam as plantações e impedem o uso da água. Usam o direito divino para fazê-lo. 75 anos depois, se descobre que toda maldade nazista foi herdada pelas suas vítimas..." Por Jeanne Christine Magalhães

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